terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Quedas e tombos - Parte I

E começo por dizer que não aspirem a ler uma Parte II.



Ainda se lembram da última vez que sofreram / observaram uma queda aparatosa em público? Estão a ver a dor escondida pela vergonha? E as lágrimas dissimuladas pelo riso nervoso? Estou a dramatizar, mas a verdade é que não ando assim tão longe da verdade.

Hoje estatelei-me ao comprido no meu local de trabalho. Acreditem que foi uma queda séria, de tal forma, que nem os meus colegas se conseguiram rir. No meio de todo aquele aparato, entre pensar se tinha partido o maxilar ou torcido o joelho, a única a rir, era mesmo eu. Não sei se pelo ridículo de quem tropeça em si mesma, se pela alegria com que ia caminhando para o meu gabinete, e que se mostrou ser tão efémera. O mais certo, era estar a rir por tudo isto e para disfarçar o embaraço da situação.

Ao fim de algum tempo (um bom tempo!!), e depois de ter percebido que tinha sobrevivido, com únicas mazelas, um olho potencialmente negro e um joelho inchado, regressei simplesmente ao trabalho. O que mais se pode fazer com os obstáculos que se nos colocam? Sobreviver e seguir em frente. Se me perguntarem pelo inchaço da cara, digo que é de nascença e evito falar mais sobre o assunto!

12 comentários:

  1. Espero que tenhas posto gelo e desejo-te rapidas melhoras.
    É mesmo essa a lição que devemos tirar; não importa se caimos, importa levantarmo-nos sempre!

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    1. Acabei por não pôr, mas isto não está muito mau... Um ligeiro inchaço na cara que há-de passar. E hoje cá estou novamente na luta.

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  2. Espero que não te tenhas magoado. Uma vez estive uns 20 segundos a patinar no passeio molhado. Os meus amigos esperavam que fosse ao chão para gozarem comigo mas felizmente fiquei em pé. Parecia um maluco mas fiquei em pé.

    homem sem blogue
    homemsemblogue.blogspot.pt

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    1. Hoje estou a sentir um pouco mais as mazelas! Depois de ler a tua história só me vem à cabeça um episódio que tenho que partilhar contigo. Contado, não faz jus ao hilariante da situação, mas a verdade é que toda uma ala de uma sala de cinema se riu de forma contagiante. No intervalo do filme Habemus Papam do Nani Moretti, a rapariga que estava atrás mim, e na última fila levantou-se para ir ao bar. E foi vê-la a descer as escadas todas, desde a minha fila até lá abaixo, em pleno cai não cai. Um suspense de morte! E não caiu. Demorou-se pouco lá fora. Quando ia começar a subir as escadas rompeu numa gargalhada daquelas e toda a gente se começou a rir do episódio. Foi demais. Parecido com o que te aconteceu mas suponho que numa escala maior de público!

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  3. Por acaso já não me lembro da última vez que dei um trambolhão, mas é um sempre um cenário engraçado de se ver. Desde que a pessoa não se magoe muito, mas já vi que tu te magoaste um bocado :S

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    1. E assim aconteceu... Só não estou pronta para outra! Já agora e para desanuviar, adorei os looks do teu último post.

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    1. Obrigada, nada que um Natal bem relaxado não faça esquecer rapidamente.

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  6. Acho que já te disse e dei na cabeça o suficiente, no bom sentido, espero que estejas melhor a sério.

    beijinhos e um feliz Natal.

    PS: As rápidas melhoras e que corra tudo bem.

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