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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Podia-me dar para pior...





























Podia ser bem pior... Tenho uma ligeira panca por azulejos!

Pronto. Confessei, está confessado. Agora não há volta atrás. Desculpem lá qualquer coisinha.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Que vício...


Conhecem? Se não conhecem, eu recomendo.

Um verdadeiro vício...

Now let me indulge myself .

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Fado, Futebol...

... E agora nem "um milagre de Fátima" nos salva! Já só lá vamos com...



Não gostaria de abrir uma rubrica para debater política, mas é impossível não manifestar um profundo descontentamento relativamente às novas medidas de austeridade com que este governo nos brinda numa sexta-feira à noite, e antes de um jogo da selecção!

Uma vez mais, vemo-nos todos, trabalhadores, prejudicados. O estado engorda mais um vencimento, a somar aos dois que já haviam sido retirados à função pública, e ainda se justifica com a redução da carga aplicada sobre as empresas. As medidas de austeridade continuam a incidir sobre os mesmos e não sobre quem detém riqueza, contribuindo para uma cada vez maior discrepância social.

Cada vez me parece mais longínqua a possibilidade de uma evolução na carreira. Resta-me continuar a procurar lá fora, aquilo que aqui não se vislumbra poder acontecer nos próximos anos. É verdade, há já algum tempo que tinha deixado de querer trabalhar neste país. Hoje só voltei a confirmar o que já sabia.

domingo, 19 de agosto de 2012

Snoopy, o cão dos meus vizinhos


Snoopy é um nome que sempre me trouxe boas recordações. E este, até podia ser um post sobre um cão com feitio e pêlo na venta, mas silencioso. Infelizmente, escrevo sobre um animal que me atormenta o sossego, que me deixa a babar de raiva e a deitar fumo pelos ouvidos cada vez que entro ou saio de casa, porque ladrar é o que melhor sabe fazer.

Há cerca de um ano, os meus vizinhos, com os quais até simpatizo, tiveram a brilhante ideia de arranjar um animal de estimação, o Snoopy. Esqueceram-se foi de o educar como convém. Estão a ver alguma semelhança entre eles e o Charlie Brown? E este é um animal francamente nervoso. Sempre que me sente entrar em casa, au au, se uma porta bate, au au, se saio de casa, au au outra vez. Por vezes parece que adivinha a minha rotina melhor que eu mesma. Este cão não dorme, até de madrugada ladra!

Não é que me importe que os meus vizinhos conheçam a minha rotina de entradas e saídas de casa, nada disso! Mas já começa a ser demais conhecerem também os meus hábitos de higiene, entre outros. É que agora até quando vou à casa de banho ouço o cão a ladrar.

Nunca me imaginei a escrever sobre um cão com stress, até porque pouco tenho a dizer sobre o assunto. Já sobre os donos e o facto de pouco ou nada fazerem para calar o animal... Isso originaria todo um outro post, todo um outro universo de factos e racionalização da relação entre vizinhos. Fica para um dia de menores níveis de stress aqui em casa e sem o Snoopy a ladrar no apartamento ao lado!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Eu e a escova de dentes!



Não sei se conhecem alguma daquelas pessoas absolutamente espantosas, que conseguem lavar os dentes pela casa toda. Deitadas na cama, a ver um filme, o que seja, sempre sem deitar um único pingo de pasta de dentes ou água para o chão. Eu conheci recentemente uma pessoa com esta capacidade, as restantes só vi em filmes, mas acho fenomenal!

Aliás, até conhecer esta pessoa, achava que passear de escova na boca por toda a casa, era só mesmo uma cena de filme. Que não havia seres humanos reais capazes de operar este milagre. Sonhei sempre com possuir esta capacidade, que para mim é quase um super-poder.

Há dias, depois de várias tentativas falhadas no passado, senti-me inspirada e achei por bem voltar a tentar fazer esta cena de filme tantas vezes imaginada. Coloquei pasta na escova e pus-me a andar pela casa a lavar os dentes. Escusado será dizer que o chão ficou marcado em todos os sítios por onde passei, tal qual um rasto mal disfarçado. Tive que vir  logo a correr para o quarto de banho para o acidente não ser maior. Lá consegui acabar de lavar os dentes, mas não sem o remate final. Deixei o espelho todo pintado, estilo abstraccionista. Tenho ideia de ver um quadro do Kandinsky muito parecido.

Resumindo e concluindo, não fui feita para isto, mas continuo a nutrir uma profunda admiração e espanto relativamente àqueles que possuem esta extraordinária capacidade. Até porque agora sei que eles existem mesmo.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Dos locais improváveis...



Hoje fui deixar o carro da empresa na oficina e acabei por ter que aguardar uma hora inteira que me pareceu interminável. Tudo isto, só para me abrirem ficha de cliente e trocarem as escovas do limpa pára-brisas! O serviço foi mediano mas acabei por pagar um absurdo, o que não me deixou feliz. Só espero que estas escovas durem mais que uns escassos meses, que foi o que aconteceu com as de origem.

Depois de ter passeado por todo o stand de automóveis e ter ficado endoidecida com os preços apresentados, resolvi sentar-me na área de espera bem identificada com uns sofás vermelhos em estilo minimalista. Assim que comecei a fazer alguma ginástica mental sobre as reais possibilidades de comprar carro, olhei para o tapete cinzento e vi duas unhas cortadas caídas no chão.

Achei incrível que alguém antes de mim, tivesse estado ali a cortar as unhas enquanto esperava. Até acredito que não houvesse mais nada para fazer, nem revistas ou jornais para ler, e que nem toda a gente aproveita os momentos mortos para pôr as ideias em dia ou rever mentalmente tudo o que tem programado fazer no seu dia de trabalho. Mas ir cortar unhas para uma oficina automóvel e ainda por cima deixar a prova do crime, parece-me demais! É como ir dentro do carro a tirar burriés ou ir para a praia de pinça na mão de forma a aproveitar para tirar um pêlo ou outro à espera de nunca ser apanhado.

Questões de limpeza e higiene é para tratar na esteticista ou em casa. Deixem a oficina para outras histórias que porventura se possam contar num blogue.