Resolvi voltar aos saldos e acabei com esta carteira linda da Pepe Jeans. Não é um verdadeiro achado, mas fiquei tão feliz com ela!
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Arrifana Sempre 2012
Tive sempre a nítida impressão que a nossa casa está onde estiver o nosso coração, e que regressamos sempre aos sítios onde estão aqueles que amamos e queremos bem.
Isto será sempre verdade, mas há algo mais. Há sítios que conquistam e marcam o nosso coração só por si, sem os ligarmos a recordações, boas memórias ou pessoas que ainda por lá estão. A Arrifana é um desses sítios!
Já fui tão feliz neste sítio, qual Malato qual quê! Fui tão feliz, que assusta pensar que poderia nunca mais ter vontade de lá voltar, só para não sentir e recordar aquilo que já ali vivi. Mas sempre que regresso, ainda que sozinha, ainda que acompanhada com amigos, ainda que ... continuo a ser igualmente feliz.
Há sítios mágicos, sítios que nos impelem para lá com a mesma naturalidade com que o sol nasce e se põe, sítios de uma beleza inigualável e que nos aportam essa tão procurada paz interior. A Arrifana é um sítio assim.
Com sorte ainda volto a ser feliz aqui!
terça-feira, 24 de julho de 2012
Estrela Polar
"O passado é um labirinto e estamos nele, um passado não tem cronologia senão para os outros, os que lhe são estranhos. Mas o nosso passado somos nós integrados nele ou ele em nós. Não há nele antes e depois, mas o mais perto e o mais longe. E o mais perto e o mais longe não se lê no calendário, mas dentro de nós."
Vergílio Ferreira, in 'Estrela Polar'
Demasiado deprimente para levar para a praia? Talvez, depende sempre do que precisamos. Leio Vergílio em qualquer dia do ano. Para mim, é um dos melhores escritores portugueses.
sábado, 21 de julho de 2012
Entre amar e pensar que se ama vai uma distância de... 3 meses
Não pretendo vir para aqui dissertar sobre o que é o amor, nem presumo tão pouco, saber o que vai no coração dos outros quando dizem que amam. Mas convenhamos que, entre amar e pensar que se ama, vai uma grande distância. Uma distância de, talvez... 3 meses?
Ora vejamos!
Boy meets girl, girl blinks an eye, boy (tries) to conquer girl... E assim se desenrola uma relação amorosa que dura um ano. Ela não se apaixona e deixa-o esclarecido sobre isso. Ele, por seu lado, sucumbe a uma paixão que quase o fere de morte quando terminam! Porque no fim de contas era amor, dizia ele, um sentimento que o seu coração nunca antes tinha vislumbrado. 3 meses depois... Same boy meets another girl, girl blinks an eye, boy ... e são novamente juras de amor e de comprometimento à vista de quem as quiser ler.
3 meses? Mas será possível fazerem-se juras de amor a alguém, para depois as repetir a outra que se acaba de conhecer? Esclareça-se que o rapaz é genuíno, the real deal! Não faz o género engatar, comer e andar. Esclareça-se ainda que não é um adolescente com uma daquelas paixões assolapadas que fazem perder o norte. Não sendo um adolescente, nem um Don Juan conquistador, é de concluir com certeza, que o seu desenvolvimento psicológico anda bem perto da imaturidade. A imaturidade de alguém que não se conhece a si próprio, e procura a facilidade da companhia de alguém, em troca da difícil tarefa que é encontrar o verdadeiro amor. Fica assim clara, a confusão entre amor e medo da solidão. Deste sítio de onde escrevo, já prevejo um divórcio ou a frustração eterna pela certa. Ele ainda nem casou e eu já a falar em divórcio. Estou a exagerar um pouco, apenas para que se perceba.
Enfim... Ou a minha análise está correcta ou então eu sou completamente disfuncional! Para mim, 3 meses é um prazo demasiado apertado para me desligar de alguém que amei. Não acredito tão pouco, que se ame mais que uma ou duas vezes na vida (já digo duas, porque ainda quero encontrar outro grande amor!). Não quero ditar regras sobre este sentimento que não é racional, nem generalizar ou aplicar aos outros, aquilo que tenho certo para mim. Mas...
3 meses?
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Dos locais improváveis...
Hoje fui deixar o carro da empresa na oficina e acabei por ter que aguardar uma hora inteira que me pareceu interminável. Tudo isto, só para me abrirem ficha de cliente e trocarem as escovas do limpa pára-brisas! O serviço foi mediano mas acabei por pagar um absurdo, o que não me deixou feliz. Só espero que estas escovas durem mais que uns escassos meses, que foi o que aconteceu com as de origem.
Depois de ter passeado por todo o stand de automóveis e ter ficado endoidecida com os preços apresentados, resolvi sentar-me na área de espera bem identificada com uns sofás vermelhos em estilo minimalista. Assim que comecei a fazer alguma ginástica mental sobre as reais possibilidades de comprar carro, olhei para o tapete cinzento e vi duas unhas cortadas caídas no chão.
Achei incrível que alguém antes de mim, tivesse estado ali a cortar as unhas enquanto esperava. Até acredito que não houvesse mais nada para fazer, nem revistas ou jornais para ler, e que nem toda a gente aproveita os momentos mortos para pôr as ideias em dia ou rever mentalmente tudo o que tem programado fazer no seu dia de trabalho. Mas ir cortar unhas para uma oficina automóvel e ainda por cima deixar a prova do crime, parece-me demais! É como ir dentro do carro a tirar burriés ou ir para a praia de pinça na mão de forma a aproveitar para tirar um pêlo ou outro à espera de nunca ser apanhado.
Questões de limpeza e higiene é para tratar na esteticista ou em casa. Deixem a oficina para outras histórias que porventura se possam contar num blogue.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Fashion #3
Finalmente arrancaram os saldos da Zara e apesar de não ter encontrado muitas bagatelas vi uma peça que há muito julgava perdida. Adoro a minha nova camisa!!!
Zara NorteShopping
Camisa (15,95 Euros) + Corsários (15,95 Euros)
E para provar as temperaturas dos últimos dias aderi ao calção de ganga. Só lhe faltam as tachas!
Bershka NorteShopping
Calção de ganga (12,99 Euros)
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Termostato avariado ou a sina das mulheres
Este verão que nunca mais arranca e as variações bruscas de temperatura dos últimos tempos estão-me a deixar completamente doida. Hoje foi um daqueles dias em que resolvi sair fresquinha de casa e agora já estou farta de ver os pelinhos a ficarem em pé. Até já vesti um casaco só para me sentir mais confortável.
O meu escritório é um frigorífico no inverno mas uma das poucas vantagens que tem, é ser muito fresco no verão. Normalmente nem tenho necessidade de ligar o AC! Contudo, para além de outra rapariga que aqui trabalha, só tenho colegas de trabalho do sexo masculino. Uma maravilha diriam vocês! Pois, tem dias, digo-vos eu. Hoje estão todos com o AC ligado e a queixarem-se do calor e que não se aguenta e o diabo a quatro. E eu se digo que estou geladinha sou logo gozada e levo com aquela boca das mulheres assim, as mulheres assado, estão sempre com frio e continuam por aí adiante.
Desde sempre se procurou saber se a intolerância ao frio era uma questão de género e quase que aposto que é gravemente influenciada por esse factor, mas existem demasiados outros factores externos dignos de registo e capazes de nos alterar o termostato. A dieta, o tabaco, o sono... Em última análise, eu diria que a questão não é assim tão linear!
Irrita-me que traduzam tudo tão rapidamente em feminino vs masculino ou preto vs branco. Faz falta perceber que existem zonas cinzentas, que cada pessoa é um ser único e nela existem detalhes que não cabem em rótulos.
Às vezes não há mesmo paciência!
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